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A terra de duas línguas: antologia de autores transmontanos

Rodrigues, Ernesto (Coord.); Ferreira, Amadeu (Coord.)
Fonte: Academia de Letras de Trás-os-Montes Instituto Politécnico de Bragança Associação das Universidades de Língua Portuguesa Publicador: Academia de Letras de Trás-os-Montes Instituto Politécnico de Bragança Associação das Universidades de Língua Portuguesa
Tipo: Livro
Português
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Editado aquando do XXI Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa de 6 a 9 de Junho de 2011, no Instituto Politécnico de Bragança; Solo difícil, condições económicas e socioculturais adversas, batalha esgotante pela sobrevivência, abandono e desertificação: este panorama é ainda de hoje e cria uma relação especial com a literatura. Mas, onde quer que estejamos, trazemos connosco as raízes. Faz-se cada um embaixador do reino. A memória é a maior riqueza deste chão. As formas de produção, cumuladas em comunitarismo agro-pastoril ou em expressões de vida marcada por rituais de trabalho longa e rimaticamente descritos no Cancioneiro Popular Transmontano e Alto-Duriense (1966), de Guilherme Felgueiras, seduzem os melhores folcloristas, etnógrafos e musicólogos, dentro e fora da região e do país. Houvera acenos antropológicos ante litteram: Manuel Severim de Faria (1583-1665) jornadeara até Miranda do Douro e sua língua, que primeiramente noticiou; mais incisivo é Frei Luís de Sousa, na Vida de D. Frei Bertolameu dos Mártires (1619), descrevendo o Barroso como «um sítio tão intratável de serras e penedias, quasi sempre cubertas de neve, de picos que se vão às nuvens...

Dificuldades de leitura e memória de trabalho : um estudo correlacional

Costa, Cleucydia Lima da
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Processos Psicológicos Básicos, Programa de Pós-Graduação em Ciências do Comportamento, 2011.; Este estudo investigou a associação entre dificuldades de leitura e memória de trabalho. Participaram da pesquisa 90 crianças de 3ª e 4ª série do ensino fundamental submetendo-se, num primeiro momento, a uma avaliação dos processos de leitura (PROLEC) e, em segundo lugar, a um teste de memória de trabalho (Teste do Span de Cores, TSC). O PROLEC avaliou a capacidade dos participantes identificarem o nome ou o som das letras; distinguirem palavras iguais e diferentes para lerem apenas as palavras iguais; reconhecerem palavras, independentemente de serem capazes ou não de lê-las e lerem palavras frequentes, palavras não frequentes e pseudopalavras. Através do TSC avaliou-se a memória verbal, solicitando-se que as crianças armazenassem nomes de cores em sequências progressivamente mais longas. Os resultados do PROLEC indicaram que as crianças apresentaram diferentes níveis de leitura sendo classificadas como: crianças sem dificuldades de leitura, crianças com poucas dificuldades de leitura e crianças com muitas dificuldades de leitura. Os resultados do TSC indicaram que as estratégias preferidas pelas crianças para acessar as informações mnemônicas são as visuais atreladas às estratégias verbais. Os resultados da correlação canônica mostraram que as dificuldades de leitura e a memória de trabalho estão significativamente correlacionadas...

O conhecimento do nome das letras e o desenvolvimento da escrita: evidência de crianças falantes do português

Cardoso-Martins,Cláudia; Batista,Anna Cláudia Eutrópio
Fonte: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 Português
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Crianças entre 4 e 5 anos de idade foram solicitadas a escrever pares de palavras começando com a mesma letra e o mesmo som consonantal. Para cada par, o nome ou parte do nome da primeira letra podia ser escutado na pronúncia de uma das palavras (Ex.: telefone; limão), mas não da outra (Ex.: tartaruga; laranja). As crianças escreveram a primeira letra corretamente mais freqüentemente para as palavras como telefone do que para as palavras como tartaruga, o que sugere que as crianças utilizam o seu conhecimento do nome das letras para conectar a escrita à fala. As implicações desses resultados para a nossa compreensão do desenvolvimento da escrita pela criança são discutidas. Em particular, o trabalho questiona a interpretação oferecida por Ferreiro para um tipo de escrita observada entre crianças falantes de línguas como o espanhol e o português - a escrita silábica.

Relaçâo entre os conhecimentos inicias da linguagem escrita e a aprendizagem da leitura no final do 1º ano de escolaridade

Camacho, Hugo Miguel Rato
Fonte: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida Publicador: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 Português
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Dissertação de Mestrado apresentada ao ISPA - Instituto Universitário; O objectivo desta investigação foi verificar se existe uma relação entre os conhecimentos iniciais sobre linguagem escrita à entrada do ensino formal e os resultados alcançados nas várias componentes da leitura no final do 1º ano de escolaridade. Os participantes do estudo foram 19 crianças que frequentaram pela primeira vez o 1º ano de escolaridade. Este estudo inclui dois momentos de avaliação: no inicio do ano lectivo foram aplicados seis instrumentos para avaliar os conhecimentos iniciais sobre a linguagem escrita (Conhecimento do Nome e Som das Letras, Escrita Inventada, Teste de Linguagem Técnica e Linguagem Escrita, Subteste de Reflexão Morfo-Sintáctica e a Bateria de Provas de Consciência Fonológica) e no final do ano lectivo foi aplicada a prova de leitura que avalia três componentes da leitura (Leitura oral, Selecção ortográfica e Leitura compreensiva). Observou-se neste estudo que o Conhecimento do Nome e Som das Letras, a Escrita Inventada, a Consciência Sintáctica e a Consciência fonológica determinam diferentes relações com as componentes da leitura.; ABSTRACT: The purpose of the present investigation is to determine whether there is a link between the initial knowledge about written language at the entry into formal education and achievements in the various components of reading at the end of 1st grade. Study participants were 19 children who attended for the first time a school year. This study includes two time points: at the beginning of the school year...

Aquisição de competências pré-literacia

Pereira, Rita Alexandra Guimarães
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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No presente trabalho pretendeu-se obter medidas de consistência interna, fidelidade inter-observador, fidelidade intra-observador, validade de construto e dados normativos da Prova de Avaliação de Competências Pré-Literacia (PACPL). Após a recolha dos dados normativos procedeu-se à compreensão da hierarquia de conhecimento do nome e som das letras, assim como os grafemas e fonemas mais difíceis e mais fáceis de nomear. De modo a analisar as características psicométricas da PACPL, recolheu-se os dados com 216 crianças com idades compreendias entre os 5 anos e os 6 anos e 12 meses. Através do cálculo do Alpha de Cronbach procedeu-se à análise da consistência interna, que relevou um valor de 0.982, que é considerado como muito bom. A concordância e a percentagem de acordo inter-observador e intra-observador foram calculadas com base na versão áudio da aplicação da prova de 22 crianças (aproximadamente 20% da amostra), selecionadas aleatoriamente. A percentagem de acordo inter-avaliador foi de 96,18% e o valor do Kappa de Cohen’s (k) foi de 0.92. No que diz respeito à percentagem de acordo intra-observador, esta foi de 95,6% e o k foi de 0.91. Estes valores de fidelidade remetem para um forte acordo. A validade de construto da PACPL foi suportada pelos resultados obtidos nos dados normativos...

Instrução transmissiva ou construtivista nos programas de escrita inventada? Impacto na qualidade das escritas inventadas de crianças em idade pré-escolar

Almeida, Tiago Alexandre Fernandes
Fonte: ISPA - Instituto Universitário das Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida Publicador: ISPA - Instituto Universitário das Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2014 Português
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Tese submetida como requisito parcial para obtenção do grau de Doutoramento em Psicologia - Área de especialidade Psicologia da Saúde; O presente estudo tem como objectivos especificar a eficácia de dois tipos de instrução (transmissiva vs. construtivista) distintas nos programas de intervenção em escrita, manipulando as palavras facilitadoras e o tipo de orientação dado para analisar e refletir sobre as palavras escritas. Pretende-se verificar, por um lado, o impacto dos dois tipos de instrução nas conceptualizações infantis, número de fonetizações e consciência fonológica. Por outro, em cada um dos tipos de instrução, como é que a manipulação das variáveis palavra facilitadora e orientação para analisar as palavras influencia os processos de fonetização, o desenvolvimento das conceptualizações e da consciência fonológica. Participaram 107 crianças entre os 5 e os 6 anos de idade que foram distribuídas por 7 grupos (6 experimentais e 1 de controlo). Todos os participantes eram estatisticamente equivalentes no pré-teste quanto ao nível conceptual, idade, inteligência, conhecimento das letras, consciência fonológica e nível académico dos pais. Nos pré e pós-testes, as escritas inventadas das crianças foram avaliadas através de 40 palavras que nunca foram trabalhadas ao longo das 6 sessões de intervenção que cada participantes realizou individualmente. Na intervenção o tipo de instrução variava em função do grupo (construtivista ou transmissiva). Em cada sessão escreveram-se 10 palavras (2 facilitadoras por sessão) com as letras P e T. A natureza das palavras facilitadoras era diferente consoante o grupo (palavra facilitadora com o nome da primeira letra ou palavra facilitadora que se aproximava do som a primeira letra). Depois de cada palavra escrita as crianças foram confrontadas com uma produção escrita hipotética de nível silábico duma criança hipotética. Nessa confrontação era dado uma orientação especifica para analisarem as palavras (centrados no nome ou no som). O conjugação da instrução x palavra facilitadora x orientação foi a seguinte: G1 (instrução transmissiva x palavras facilitadoras cuja sílaba inicial coincidia com o nome da letra x identificação do nome da letra; G2 (instrução transmissiva x palavras facilitadoras cuja sílaba inicial coincidia com o som da letra x identificação do nome da letra); G3 (instrução transmissiva x palavras facilitadoras cuja sílaba coincidia com o som da letra x identificação do som da letra; G4 (instrução construtivista x palavras facilitadoras cuja sílaba inicial coincidia com o nome da letra x orientações para uma reflexão centrada no nome da letra); G5 (instrução construtivista x palavras facilitadoras cuja sílaba inicial coincidia com o som da letra x orientações para uma reflexão centrada no nome da letra); G6 (instrução construtivista x palavras facilitadoras cuja sílaba coincidia com o som da letra x orientações para uma reflexão centrada no som da letra) e Grupo de controlo (desenhos livres com base nas palavras ditadas nos grupos experimentais). Os objectivos específicos foram comparar entre os participantes dos 6 grupos experimentais e de controlo: os progressos nas conceptualizações sobre a escrita; as diferenças no número total de fonetizações; as diferenças no número de fonetizações da consoante inicial; as diferenças no número de fonetizações da vogal da primeira sílaba; as diferenças no desempenho nas provas de classificação silábica e análise silábica; e...

Nomes e sons das letras: O que mais facilita a sua mobilização nas escritas inventadas?

Nogueira, Joana Maia
Fonte: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida Publicador: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 Português
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O objectivo do presente estudo foi avaliar o efeito de factores intrínsecos ao conhecimento do nome e do som das letras, na qualidade das escritas inventadas de crianças, antes do ensino formal da leitura e escrita. Especificamente pretendeu-se estudar o carácter facilitador de palavras que continham o nome das letras e palavras que continham o som das letras, quer na sílaba inicial quer na sílaba final, para a mobilização dessas letras, nos processos precoces de fonetização. Foi também analisada a relação das fonetizações realizadas com o modo de articulação das letras, comparando letras com som fricativo e letras com som oclusivo. Foram seleccionadas 15 participantes de idades entre os 5-6 anos do jardim-de-infância, que pertenciam ao nível conceptual silábico sem fonetização . Às crianças, foi ditada uma lista de palavras que cumpriam com os requisitos considerados facilitadores. Verificou-se que nas produções escritas, houve em média mais letras correctamente mobilizadas em palavras cuja sílaba inicial correspondia ao nome das letras.; ABSTRACT: The aim of this study was to evaluate the effect of factors there are intrinsic to the knowledge of the name and sound of letters, at the quality of children's invented spellings...

E se o meu nome for Valesca? Funk carioca em O meu nome é Legião, deAntónio Lobo Antunes

de Sá, André Corrêa; Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, São Paulo, Brasil
Fonte: Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais Publicador: Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 16/12/2015 Português
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Na esteira dos diálogos entre literatura e música, este artigo propõe uma leitura de O Meu Nome é Legião, romance do autor português António Lobo Antunes, ao som do funk de Valesca Popozuda. O jazz e a música clássica já foram invocados com sucesso pela crítica antuniana. Façamos agora por estender este diálogo a um ponto limite, pondo-o lado a lado com o funk carioca. A linguagem musical, apercebida pela qualidade intrínseca da expressão e das técnicas que pratica, já não prevalece. Enquanto movimento de resistência e etnocêntrico em prol da autoafirmação dos que estão nas margens, o funk reporta-se ao radicalismo da dança erotizada e à compulsão estridente pela essência de protesto contra as esferas privilegiadas. Interessa-nos desencadear um dueto entre as vozes de António Lobo Antunes e a performance de Valesca Popozuda. O que está em causa, nas hipóteses que lançamos, não é a dependência do ritmo musical, mas, sobretudo, compreender o modo como a sintaxe de Lobo Antunes ganha a natureza da dança.

Os nomes das letras e a fonetização da escrita

Martins,Margarida Alves; Silva,Ana Cristina
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1999 Português
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A perspectiva psicogenética do desenvolvimento da linguagem escrita formulada por Ferreiro, parece apresentar algumas lacunas no que respeita ao modo como se processa a transição entre diferentes níveis conceptuais. Procurámos, neste artigo, contribuir para a compreensão de como se processa a transição entre a hipótese silábica e o começo da fonetização da escrita em crianças de idade pré-escolar. Partimos da hipótese de que os conhecimentos in-fantis relativos ao nome das letras interagem com a análise que crianças silábicas, que ainda não fonetizam a escrita, fazem dos segmentos orais das palavras permitindo-lhes chegar a uma produção escrita em que os sons do oral começam a ser representados por letras convencionais. O mesmo não se passa com crianças pré-silábicas. Trabalhámos com uma amostra de 38 crianças, 23 silábicas e 15 pré-silábicas em idade pré-escolar, a quem pedimos que escrevessem um conjunto de palavras possuidoras de elementos fonológicos facilitadores em que o som inicial de cada uma delas coincide com o do nome de uma letra conhecida pela criança, assim como de um conjunto de palavras controlo. Os resultados obtidos mostram que a introdução de palavras facilitadoras de uma análise das correspondências entre o oral e o escrito...