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Osteoporose e Actividade Física: a Relevância da Actividade Física na Prevenção e Tratamento da Osteoporose na Mulher Pós-Menopáusica

Costa, Ana Henrique da
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Português
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A osteoporose é o resultado da perda progressiva de massa óssea, ou mais especificamente, da densidade mineral óssea (DMO), e acomete principalmente as mulheres no período pós-menopausa. A osteoporose é mundialmente considerada como um problema de saúde pública que invalida ou incapacita grande número de pessoas. Constitui uma enfermidade multifactorial cujos riscos mais importantes, além do papel dos estrogénios, se prendem com factores ambientais facilmente modificáveis (falta de actividade física e inadequada ingestão de cálcio). A prevenção da osteoporose deve começar na infância e seguir ao longo da vida, devendo ser dada maior atenção às mulheres que se aproximam do período pós-menopausa. No entanto, mantendo as condições hormonais satisfatórias, eliminando o sedentarismo e mantendo uma boa ingestão de cálcio alimentar, esta doença terá menos probabilidades de se instalar. Diante do exposto, este trabalho teve como objectivo reunir informações que evidenciem a influência da actividade física como forma de prevenção e tratamento na osteoporose de mulheres no período pós-menopausa. Em conclusão, a actividade física é relevante na prevenção e tratamento da osteoporose. Apesar do exercício físico não aumentar significativamente a DMO nas mulheres pós-menopáusicas...

Postural control among elderly women with and without osteoporosis: is there a difference?; Controle postural de idosas com e sem osteoporose: há diferenças?

BURKE, Thomaz Nogueira; FRANÇA, Fabio Jorge Renovato; MENESES, Sarah Rúbia Ferreira de; CARDOSO, Viviam Inhasz; PEREIRA, Rosa Maria Rodrigues; DANILEVICIUS, Camille Figueredo; MARQUES, Amélia Pasqual
Fonte: Associação Paulista de Medicina - APM Publicador: Associação Paulista de Medicina - APM
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.492195%
CONTEXT AND OBJECTIVE: Little is known about postural control among elderly individuals with osteoporosis and its relationship with falls. It has been suggested that elderly women with kyphosis and osteoporosis are at greater risk of falling. The aim of this study was to evaluate posture and postural control among elderly women with and without osteoporosis. DESIGN AND SETTING: Cross-sectional study conducted at the Physical Therapy and Electromyography Laboratory, School of Medicine, Universidade de São Paulo (USP). METHODS: Sixty-six elderly women were selected from the bone metabolism disorders clinic, Division of Rheumatology, USP, and were divided into two groups: osteoporosis and controls, according to their bone mineral density (BMD). Postural control was assessed using the Limits of Stability (LOS) test and the Modified Clinical Test of Sensory Interaction and Balance (CTSIBm) and posture, using photometry. RESULTS: The elderly women with osteoporosis swayed at higher velocity on a stable surface with opened eyes (0.30 versus 0.20 degrees/second; P = 0.038). In both groups, the center of pressure (COP) was at 30% in the LOS, but with different placements: 156° in the osteoporosis group and 178° in the controls (P = 0.045). Osteoporosis patients fell more than controls did (1.0 versus 0.0; P = 0.036). CONCLUSIONS: The postural control in elderly women with osteoporosis differed from that of the controls...

Avaliação ultrassonográfica da musculatura mastigatória e da força de mordida molar máxima em indivíduos com osteoporose nos ossos da face; Ultrasound of the masticatory muscles and maximal molar bite force evaluation in individuals with osteoporosis in facial bones

Vasconcelos, Paulo Batista de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 24/06/2010 Português
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O sistema estomatognático identifica um conjunto de estruturas bucais que desenvolvem funções comuns, tendo como característica constante a participação da mandíbula. Como todo sistema, tem características que lhe são próprias, mas depende do funcionamento, ou está intimamente ligado à função de outros sistemas como o nervoso, o circulatório e o endócrino. Tanto nos estados de saúde como nos de enfermidade, o sistema estomatognático pode influir sobre o funcionamento de outros sistemas como o digestório, respiratório e o metabólico-endócrino. Várias são as doenças que podem acometer o sistema estomatognático, acarretando o seu desequilíbrio ou mau funcionamento, dentre estas podemos citar a osteoporose. A osteoporose é a doença óssea metabólica mais frequente, sendo fratura e perda muscular manifestações clínicas mais evidentes. Esta doença não somente afeta os ossos da coluna, o colo do fêmur e a porção distal do rádio, como também os ossos da face. Tendo em vista que a perda óssea no esqueleto da face pode causar distúrbios na harmonia funcional do sistema mastigatório e, portanto, aumentar as possibilidades de desordens temporomandibulares, este estudo teve como objetivo analisar a espessura muscular e a força de mordida em 36 indivíduos diagnosticados com osteoporose na maxila e na mandíbula e em 36 indivíduos sem osteoporose (controles). Para a análise ultrassonográfica foi utilizado o ultrassom portátil da marca Sono Site Titan e um transdutor linear - L 38 - de 5 a 10 MHz e 38 mm. Foram adquiridas três imagens ultrassonográficas dos músculos masseter e temporal...

Avaliação da associação da osteoporose com o equilíbrio postural em mulheres pós-menopausa; Evaluation of the association between osteoporosis and postural balance in postmenopausal women

Brech, Guilherme Carlos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/04/2012 Português
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INTRODUÇÃO: A incidência da osteoporose vem aumentando, assim como as quedas e as fraturas relacionadas. O objetivo geral do presente estudo foi avaliar o equilíbrio postural de mulheres pós-menopausa com e sem osteoporose lombar. O objetivo específico foi avaliar a correlação entre o grau de cifose torácica e a dosagem de 25 OH vitamina D com o equilíbrio postural em mulheres pósmenopausa com osteoporose lombar. MÉTODOS: Foram avaliadas 126 mulheres pós-menopausa entre 55-65 anos, divididas em dois grupos de acordo com os valores da densidade mineral óssea de coluna lombar: grupo osteoporose e controle, pareadas pela idade (p=0,219) e pelo Questionário Internacional de Atividade Física (p=0,611). As mulheres do grupo osteoporose apresentaram estatura (p<0,001), massa corpórea (p<0,001) e consequentemente índice de massa corpórea (p<0,001) menores do que as do grupo controle. Todas as voluntárias relataram a ocorrência de quedas nos últimos 12 meses, não havendo diferença entre os grupos (p=0,139). A mobilidade funcional foi avaliada por meio do teste Time Up and Go. O equilíbrio postural foi avaliado em uma plataforma de força portátil modelo Accsuway® em bipedestação, com olhos abertos e fechados, por 60. Os dados foram coletados...

Avaliação longitudinal do tratamento periodontal em mulheres com osteoporose; Longitudinal evaluation of periodontal treatment in osteoporotic women

Maltagliati, Luciana Avila
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/2012 Português
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37.456077%
A interrelação de fatores como o avanço da idade, aliado às condições sócio-econômicas e à vulnerabilidade social, refletem na proeminência de doenças crônicas como a osteoporose e a doença periodontal. Tendo em vista que a perda óssea é a principal consequência para ambas as doenças, a osteoporose e a doença periodontal podem estar relacionadas. Considerando o limitado número de estudos longitudinais sobre a associação entre osteoporose e doença periodontal, o objetivo do nosso estudo foi avaliar, através de parâmetros clínicos periodontais, o efeito da osteoporose sobre os resultados do tratamento periodontal não-cirúrgico em mulheres na pós-menopausa, acompanhadas por um ano. Delineou-se um ensaio clínico controlado, duplo cego, para avaliar trinta e cinco mulheres selecionadas divididas em dois grupos: o grupo OST, composto por dezoito mulheres com diagnóstico de periodontite e osteoporose e o grupo controle (CTRL), composto por dezessete mulheres diagnosticadas para periodontite, porém, sistemicamente saudáveis. O efeito do tratamento periodontal não cirúrgico foi avaliado por meio das mensurações dos parâmetros clínicos como índice de placa bacteriana, sangramento à sondagem, profundidade de sondagem e nível clínico de inserção após o tratamento...

Correlação entre as densidades ósseas maxilo-mandibular, cabeças mandibulares, e vértebras cervicais C1,C2,C3 através de tomografia computadorizada com CT multislice (escala Hounsfield): osteoporose localizada ou sistêmica; Correlation between the bone densities jaws, heads mandibular and cervical vertebrae C1,C2,C3 through computed tomography with multislice CT(Hounsfiled scale). Osteoporosis localize or systemic

Cheade, Mayara de Cassia Cunha
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 12/09/2014 Português
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37.54667%
A osteoporose é uma doença óssea metabólica que afeta também os ossos dos maxilares. Causa um aumento da porosidade que reflete na integração da qualidade e densidade óssea mineral, prejudicando o tratamento reabilitador com implantes. O meio diagnóstico padrão ouro é densitometria óssea por emissão dupla de raios X(DXA), mas a tomografia computadorizada também se mostra muito eficaz na avaliação da qualidade óssea através da escala Hounsfield. Nesse estudo, avaliamos as densidades ósseas das cabeças mandibulares, regiões dos dentes 13,23 na maxila, 36,46 na mandíbula e vértebras cervicais C1, C2, C3, através da escala Hounsfield em exames tomográficos, e correlacionamos seus valores para diagnóstico de Osteoporose localizada ou sistêmica. Avaliamos 79 TC multi-slice de pacientes que realizaram exames simultaneamente da maxila e da mandíbula,sendo que 35 homens e 44 mulheres com mais de 40 anos de idade. Usamos o software e-film para analise das regiões estudadas. Os resultados mostram que 59.96% apresentam densidade abaixo de 200 HU em mais de 03 sítios estudados, classificando-os como osteoporose sistêmica, e 43.03% apresentam osteoporose localizada. No sexo feminino 61.76% apresentam osteoporose localizada e 60% osteoporose sistêmica. Já o sexo masculino 38.23% apresenta osteoporose localizada e 40% apresenta osteoporose sistêmica. Pudemos conclui que a tomografia computadorizada multislice obtida para finalidade de diagnóstico em odontologia mostrou-se capaz de identificar indivíduos com risco de osteoporose sistêmica...

Alterações musculoesqueleticas de risco para quedas em mulheres na pos-menopausa com osteoporose

Sylvia Helena Ferreira da Cunha Henriques
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/12/2004 Português
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Introdução: O crescimento da expectativa de vida tem aumentado a incidência de doenças de idades avançadas, dentre elas a osteoporose. Entretanto as alterações musculoesqueléticas que a acompanham ainda são controversas. Objetivo: avaliar as alterações musculoesqueléticas em mulheres na pós-menopausa, com e sem osteoporose. Sujeitos e Métodos: foi realizado um estudo de corte transversal comparativo com 63 mulheres, acompanhadas no Ambulatório de Menopausa do CAISM/Unicamp, distribuídas em dois grupos, sendo 30 mulheres com osteoporose e 33 sem osteoporose, diagnosticadas através de densitometria óssea. Todas as voluntárias concederam uma entrevista e foram submetidas a uma avaliação física, que constava da medida da força muscular (prova muscular de Daniels) e das amplitudes de movimentos (com flexímetro) da flexão e extensão do tronco, dos ângulos de cifose torácica e lordose lombar (Método de Cobb) e equilíbrios estático e dinâmico (teste de Romberg). Resultados: a idade média das mulheres com osteoporose foi de 57,40, enquanto a das mulheres sem osteoporose foi de 55,76 (p = 0,35) e o tempo médio de menopausa foi de 11 anos nos dois grupos (p=0,97). Os valores médios da força muscular dos flexores e extensores do tronco foram menores nas mulheres com osteoporose (p<0...

Qualidade de vida de mulheres com osteoporose pos-menopausa : correlação entre o qualeffo 41 e SF-36; Quality of life in women with postmenopausal osteoporosis : correlation between Qualeffo 41 and SF-36

Neville de Oliveira Ferreira
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/08/2008 Português
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OBJETIVO: avaliar a qualidade de vida (QV) e fatores associados em mulheres com osteoporose pós-menopausa correlacionado QUALEFFO 41 com o SF-36. MÉTODOS: realizou-se um estudo de corte transversal com 220 mulheres pósmenopausa (idade entre 55-80 anos), sendo 110 com osteoporose e 110 sem osteoporose, pareadas por idade (± 3anos). Todas foram entrevistas para avaliação da QV realizada através de dois questionários: Quality of Life Questionary of European Foudation for Osteoporosis 41 (QUALEFFO 41) e o Short Form Health Survey 36 (SF-36). Para análise dos dados foi considerado um nível de significância de 5% (p<0,05). RESULTADOS: as características clínicas entre os grupos foram similares, com diferença estatisticamente significativa apenas em relação ao Índice de Massa Corpórea (IMC), raça, escolaridade, idade da menopausa e uso de Terapia Hormonal (TH) (p<0.001). Mulheres com osteoporose apresentaram pior QV tanto no QUALEFFO 41 quanto SF-36, para todos os domínios estudados sendo os dados ajustados para IMC, raça, escolaridade e uso de TH (p<0.001). Houve correlação significativa entre todos os domínios do QUALEFFO 41 com seus correspondentes do SF-36 (p<0.001) Os únicos fatores relacionados à pior QV foram IMC>25 e sedentarismo...

Análise da prevalência de osteoporose e fraturas atraumáticas em mulheres idosas da cidade de São Sebastião - DF

Guia, Cláudio Mares
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2009.; Introdução. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a osteoporose como a epidemia do século XXI. O controle de seu impacto em um período que a humanidade envelhece progressivamente é um objetivo de grande relevância, exigindo-se maior produção científica para nortear políticas públicas adequadas para as populações e que se adéqüem às suas particularidades. Objetivos. Analisar a prevalência e descrever os fatores de risco de osteoporose e fraturas não vertebrais por trauma mínimo em população feminina idosa na cidade de São Sebastião-DF. Métodos. Este é um estudo epidemiológico transversal, que estudou 582 mulheres, maiores de 60 anos, moradoras de São Sebastião, com a densitometria óssea. As seguintes variáveis foram consideradas: idade, idades da menarca e da menopausa e tempo de menacme, peso, estatura, índice de massa corporal (IMC), ingestão diária de leite, verduras e café, tabagismo, etilismo, atividade física atual, tipo e local de fratura e história familiar de osteoporose. Resultados. Das 582 mulheres estudadas, em 48 (8,2%) a densitometria óssea foi normal, em 227 (39%) tinham osteopenia e em 307 (52...

Efeito in vitro da triiodotironina sob o potencial osteogênico reduzido de células-tronco mesenquimais do tecido adiposo de ratas ovariectomizadas e com osteoporose

Boeloni,Jankerle Neves; Ocarino,Natalia Melo; Goes,Alfredo Miranda; Serakides,Rogéria
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 Português
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OBJETIVO: Avaliar se a triiodotironina (T3) aumenta a diferenciação osteogênica das células-tronco mesenquimais do tecido adiposo (CTM-TA) de ratas adultas ovariectomizadas e com osteoporose e compará-lo ao de ratas adultas e jovens sem osteoporose. MATERIAIS E MÉTODOS: CTM-TA foram cultivadas em meio osteogênico e distribuídas em sete grupos: 1) CTM-TA de ratas jovens sem osteoporose; 2) CTM-TA de ratas adultas sem osteoporose; 3) CTM-TA de ratas adultas com osteoporose e 4, 5, 6 e 7) CTM-TA de ratas adultas com osteoporose tratadas com T3 (0,01 nM, 1 nM, 100 nM e 1.000 nM). AVALIARAM-SE: atividade da fosfatase alcalina, conversão do dimetiltiazol (MTT), porcentagem de nódulos de mineralização, celularidade e quantificação de transcriptos gênicos para colágeno I, osteocalcina, osteopontina e Bmp-2. RESULTADOS: Independente da dose, T3 reduziu a conversão do MTT, a atividade da fosfatase, a porcentagem de células e a expressão de colágeno I em pelo menos uma das doses e dos períodos estudados (p < 0,05). Mas o tratamento com T3 não alterou o número de nódulos de mineralização e a expressão de osteopontina e Bmp-2 em culturas de CTM-TA de ratas adultas com osteoporose (p > 0,05). CONCLUSÃO: T3 apresenta efeitos negativos sobre alguns fatores envolvidos na diferenciação osteogênica de CTM-TA...

Frequência de quedas e associação com parâmetros estabilométricos de equilíbrio em mulheres na pós-menopausa com e sem osteoporose

Silva,Raimunda Beserra; Costa-Paiva,Lúcia; Oshima,Mariana Mari; Morais,Sirlei Siani; Pinto-Neto,Aarão Mendes
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2009 Português
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OBJETIVO: avaliar a frequência de quedas e sua associação com parâmetros estabilométricos de equilíbrio corporal em mulheres na pós-menopausa com e sem osteoporose. MÉTODOS: estudo corte transversal que incluiu 266 mulheres com e sem osteoporose, acima de 60 anos, amenorreia de no mínimo 12 meses. As mulheres foram entrevistadas quanto à ocorrência de quedas nos últimos 12 meses, informações clínicas e sociodemográficas. O diagnóstico de osteoporose foi verificado pela densitometria óssea e o equilíbrio corporal avaliado com plataforma de força. Para análise estatística foram calculadas médias, desvios padrão, percentuais, teste de Mann-Whitney, χ2 e Odds Ratio, coeficiente de correlação de Spearman. RESULTADOS: mulheres com osteoporose apresentaram menor índice de massa corpórea (IMC), menor escolaridade, menor tempo de uso de terapia hormonal e menor idade na menopausa. A frequência de quedas foi significativamente maior no grupo de mulheres com osteoporose (51,1%) (p<0,01), que apresentaram risco ajustado 1,9 (1,3 a 3,4) vez maior de quedas e 3,2 (1,2 a 8,2) vezes maior de quedas recorrentes que o grupo sem osteoporose. Mulheres com osteoporose apresentaram maior amplitude de deslocamento no eixo Y do que aquelas sem...

Utilização de recursos e custos em osteoporose

KOWALSKI,S.C.; SJENZFELD,V.L.; FERRAZ,M.B.
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 Português
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A osteoporose é uma doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, com conseqüente aumento da fragilidade óssea e suscetibilidade a fraturas . Os recursos utilizados no tratamento de fraturas por osteoporose são siginificativos e com custos elevados. OBJETIVO: Dimensionar a utilização de recursos e custo anual por pacientes com osteoporose pós-menopausa. MÉTODOS: Cem pacientes foram consecutivamente selecionados do ambulatório de doenças osteometabólicas da Universidade Federal de São Paulo-Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM), entre abril de 1997 a agosto de 1998. Os critérios de inclusão foram: osteoporose pós-menopausa (OMS, 1994) há pelo menos um ano; mínimo de um ano em acompanhamento ambulatorial; mínimas condições de entendimento e expressão verbal para responder aos questionários. Características socio-econômicas, clínicas, utilização de recursos e custos no último ano foram levantadas através de entrevistas empregando-se dois questionários. Os custos unitários dos recursos utilizados no Serviço Público de Assistência à Saúde basearam-se na Tabela SUS de agosto de 1998. RESULTADOS: A média de idade foi 65,85 anos e a renda familiar média-mensal...

Fatores de risco associados à osteoporose em uma população de mulheres brasileiras residentes em São José do Rio Pardo, estado de São Paulo

Parisi Júnior,Paulo Domingos; Chahade,Wiliam Habib
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2007 Português
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OBJETIVOS: verificar os principais fatores de risco associados à baixa massa óssea e propor algoritmos para a indicação de avaliação da densidade óssea em uma população de mulheres, residentes em São José do Rio Pardo, Estado de São Paulo. MÉTODOS: foram estudadas 324 mulheres com média de idade de 60 anos. Foi enviado pelo correio um questionário contendo perguntas a respeito de diversos fatores de risco para osteoporose, incluindo histórico pessoal e materno de fraturas. A densidade mineral óssea foi medida utilizando-se a densitometria óssea por densitômetro DXA, sendo analisados os sítios coluna lombar (L2-L4) e/ou fêmur proximal (colo femoral); todas as mulheres foram classificadas de acordo com os critérios da OMS. A análise estatística empregou Análise de Variância (Anova), segundo um critério de classificação e teste "post-hoc" de comparação múltipla, aos pares, de Student - Newman - Keuls; tabelas de contingência 2 x 2 e k x r; teste do Qui-quadrado. Por meio de regressões múltiplas foram estabelecidas as variáveis mais eficientes na identificação de mulheres com baixa massa óssea. Foram também aplicados dois algoritmos descritos em literatura, denominados Osteorisk e Osiris. RESULTADOS: o grupo Normal ficou constituído por 88 (27...

Conhecimento dos médicos clínicos do Brasil sobre as estratégias de prevenção e tratamento da osteoporose

Szejnfeld,Vera Lúcia; Jennings,Fagner; Castro,Charlles Heldan de Moura; Pinheiro,Marcelo de Medeiros; Lopes,Antonio Carlos
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 Português
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OBJETIVOS: investigar o conhecimento de profissionais médicos brasileiros a respeito da osteoporose, estratégias de prevenção e tratamento e o acesso à informação em osteoporose, utilizando-se um questionário desenvolvido para avaliar o conhecimento de profissionais médicos em relação à importância da osteoporose e suas estratégias de tratamento. PACIENTES E MÉTODOS: o questionário foi divulgado a11 mil médicos afiliados à Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM). Realizou-se a divulgação da pesquisa e do questionário por meio de anúncios publicados no Jornal do Clínico. Inicialmente, foi disponibilizado na home-page e, em seguida, diretamente enviado via e-mail aos sócios cadastrados da SBCM. RESULTADOS: um total de 329 questionários retornou aos pesquisadores. A maioria dos médicos (55,3%) tinha tempo de graduação superior a 10 anos. Pouco mais que a metade dos profissionais médicos pesquisados (55%) relatou ter fácil acesso à densitometria óssea. A maioria (99%) dos participantes acredita que é importante ou muito importante prevenir a osteoporose. Da mesma forma, 73% dos médicos pesquisados acreditam que a osteoporose possa ser prevenida e 63% deles discutem o assunto com os seus pacientes. Por outro lado...

A osteoporose e a mulher envelhecida: fatores de risco

Sampaio,Parizza Ramos de Leu; Bezerra,Armando José China; Gomes,Lucy
Fonte: Universidade do Estado do Rio Janeiro Publicador: Universidade do Estado do Rio Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 Português
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A osteoporose é uma doença silenciosa, o que implica reconhecer os fatores de risco inerentes a cada mulher para se determinar estratégias de melhoria da qualidade de vida. OBJETIVO: verificar a chance de as mulheres terem fatores de risco para osteoporose, através do questionário proposto pelo estudo do European Vertebral Osteoporosis Study Group (EVOS) e avaliar o desempenho nas atividades da vida diária em relação às ações mais executadas no dia a dia pelo questionário Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVD). O exame da densitometria óssea foi realizado para diagnosticar a osteoporose. METODOLOGIA: aplicaram-se a ficha com dados sociodemográficos e o questionário EVOS no primeiro tempo e após o questionário de AIVD e o exame de densitometria óssea nas mulheres na pós-menopausa, com idade = 60 anos. RESULTADOS: foram analisadas 58 mulheres, com idade média de 67,3 anos. O índice de massa corporal (IMC), um dos fatores de risco, foi considerado fator preditor para ausência de osteoporose, pois as mulheres deste estudo apresentavam sobrepeso. Dezesseis (28%) apresentavam osteoporose, com escores médios significativamente menores que aquelas que não têm osteoporose, para os itens: consegue fazer compras (p=0...

Conhecimento sobre osteoporose e habilidade de seguir o tratamento anti-reabsortivo em mulheres na pós-menopausa com osteopenia ou osteoporose; Knowledge about osteoporosis and ability to follow anti-reabsortive drug treatment in post-menopausal women with osteopenia or osteoporosis

Débora Alessandra de Castro Gomes
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/08/2010 Português
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A osteoporose é uma desordem esquelética caracterizada pela baixa massa óssea e deterioração da arquitetura óssea, que pode progredir por décadas de forma assintomática ou manifestar-se através de fraturas ósseas, acometendo principalmente mulheres na pós-menopausa. O tratamento envolve uso de bisfosfonatos, raloxifeno, associados à dieta, cálcio, vitamina D e atividade física. Estudos mostraram que o conhecimento e a aderência a esses tratamentos foram baixos, o que pode interferir com a resposta terapêutica. Objetivo: Avaliar em mulheres na pós-menopausa com osteoporose ou osteopenia o conhecimento sobre a doença e a habilidade de seguir o tratamento aos diferentes medicamentos prescritos. Sujeitos e métodos: Foi realizado um estudo de corte transversal com 232 mulheres na pós menopausa com diagnóstico densitométrico de osteopenia ou osteoporose em uso de tratamento medicamentoso, acompanhadas no Ambulatório de Menopausa Hospital da Mulher Professor José Aristodemo Pinotti, no Caism/Unicamp. O conhecimento sobre osteoporose foi avaliado através da aplicação do questionário OPQ (Osteoporosis Questionary) contendo 20 questões sobre informações gerais sobre a doença, fatores de risco, conseqüências e tratamento. A habilidade de seguir o tratamento foi avaliada através do questionário MedTake...

Prevalência de fratura vertebral, alterações radiológicas, dor nas costas, qualidade de vida em mulheres com osteoporose pós-menopausa e validação da versão na língua portuguesa do questionário de qualidade de vida QUALEFFO-41; Prevalence of radiographic abnormalities, back pain, quality of life in women with postmenopausal osteoporosis and validation of the portuguese version of the quality of life questionnaire QUALEFFO-41

Néville de Oliveira Ferreira
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/10/2011 Português
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Objetivo: Avaliar a prevalência de fratura vertebral, alterações radiológicas, dor nas costas, e associação com qualidade de vida em mulheres com osteoporose pós-menopausa e validar a versão na língua portuguesa do questionário de qualidade de vida QUALEFFO-41 em mulheres brasileiras com fratura vertebral. Métodos: Este estudo coletou dados de 126 mulheres com osteoporose e 43 mulheres sem osteoporose. O estudo de prevalência de fratura vertebral (FV), osteófitos e dor nas costas, foi um corte transversal com o total de 126 mulheres com osteoporose lombar pós-menopausa diagnosticada pela densitometria óssea selecionadas no Ambulatório de Menopausa do CAISM. As mulheres responderam entrevista sobre dados sociodemográficos e clínicos, e o questionário QUALEFFO-41. Todas realizaram radiografia de coluna para pesquisa de alterações radiológicas. Para a análise estatística utilizou-se os testes de Mann-Whitney ou T de Student, testes exato de Fisher ou qui-quadrado e regressão múltipla. O estudo de validação do QUALEFFO-41 foi realizado apenas com 43 com FV por osteoporose (grupo fratura) e 43 sem osteoporose (grupo controle), pareadas por idade (±3 anos). Foram aplicados o QUALEFFO-41 e o SF-36 (comparação teste-reteste). Calculou-se o coeficiente ? de Cronbach...

A relação da osteoporose com a perda dentária e o impacto do perfil dentário na qualidade de vida

Moritz, Elisabete da Silva
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: XIII, 135 f.| il., tabs.
Português
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção.; A osteoporose é uma doença crônica e silenciosa que afeta milhões de pessoas no mundo todo. O osso torna-se poroso e as fraturas podem ocorrer com muita facilidade. Esta moléstia pode estar ligada à perda óssea alveolar e consequentemente à perda dentária. A doença periodontal é também uma enfermidade crônica que destrói o osso de suporte dos dentes e é a maior causa da perda dentária. Osteoporose e doença periodontal têm muitos fatores de risco comuns e ambas são os maiores problemas de saúde pública mundial. Em razão disso este trabalho se propôs a discorrer sobre a osteoporose, seus fatores de risco e sua possível ligação com o osso mandibular que pode levar à perda dentária e como esta perda dentária pode interferir em vários setores da vida alterando a qualidade de vida das pessoas. Para isto, foi realizado um estudo transversal e nele foi avaliado a incidência de osteoporose num grupo composto de 30 indivíduos de ambos os sexos na faixa etária de 50 a 75 anos. O exame da Densidade Mineral Óssea (DMO) revelou que 13 indivíduos estavam com osteoporose...

Comparação da cifose torácica e capacidade funcional de mulheres idosas com e sem osteoporose

Pimentel,Raquel Celina Rodrigues; Faganello,Flávia Roberta; Navega,Marcelo Tavella
Fonte: Universidade de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 Português
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A diminuição da densidade mineral óssea das vértebras, própria do processo de envelhecimento e que pode ser agravada pela osteoporose, determina uma diminuição da região anterior dos corpos vertebrais, resultando em compressão e colapso dessas vértebras, com maior estreitamento dos discos e espaços intervertebrais. Essas novas condições interferem no funcionamento normal de órgãos e sistemas do organismo. O objetivo foi avaliar o grau de cifose torácica e a capacidade funcional de mulheres idosas com e sem osteoporose. Foram avaliadas 30 idosas ativas fisicamente, sendo 20 sem osteoporose ( GSO: 65,1± 4,67 anos) e 10 idosas com osteoporose (GCO: 68,6± 6,46anos). Foram avaliados a medida da cifose torácica, teste de caminhada de seis minutos (TC6'), Timed Up and go (TUG) e força dos músculos respiratórios (PImáx e PEmáx). Os dados obtidos foram analisados utilizando o teste t de Student. O nível de significância utilizado foi de 5% (α£ 0,05). Houve diferença significativa entre os grupos sem (GSO) e com osteoporose (GCO) somente no TC6'(GSO: 426,63±46,36 m; GCO: 392,64±36,68 m , α =0,02). As outras variáveis analisadas não apresentaram diferença significativa (Cifose torácica: α = 0,17; TUG: α =0...

Comparação da cifose torácica e capacidade funcional de mulheres idosas com e sem osteoporose; Comparison of the thoracic kyphosis and the functional capacity of elderly women with and without osteoporosis

Pimentel, Raquel Celina Rodrigues; Faganello, Flávia Roberta; Navega, Marcelo Tavella
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/03/2011 Português
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A diminuição da densidade mineral óssea das vértebras, própria do processo de envelhecimento e que pode ser agravada pela osteoporose, determina uma diminuição da região anterior dos corpos vertebrais, resultando em compressão e colapso dessas vértebras, com maior estreitamento dos discos e espaços intervertebrais. Essas novas condições interferem no funcionamento normal de órgãos e sistemas do organismo. O objetivo foi avaliar o grau de cifose torácica e a capacidade funcional de mulheres idosas com e sem osteoporose. Foram avaliadas 30 idosas ativas fisicamente, sendo 20 sem osteoporose ( GSO: 65,1± 4,67 anos) e 10 idosas com osteoporose (GCO: 68,6± 6,46anos). Foram avaliados a medida da cifose torácica, teste de caminhada de seis minutos (TC6'), Timed Up and go (TUG) e força dos músculos respiratórios (PImáx e PEmáx). Os dados obtidos foram analisados utilizando o teste t de Student. O nível de significância utilizado foi de 5% (α£ 0,05). Houve diferença significativa entre os grupos sem (GSO) e com osteoporose (GCO) somente no TC6'(GSO: 426,63±46,36 m; GCO: 392,64±36,68 m , α =0,02). As outras variáveis analisadas não apresentaram diferença significativa (Cifose torácica: α = 0,17; TUG: α =0...