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Libya: narrative construction as a driver for international intervention

Pereira, Pascoal Santos
Fonte: Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra Publicador: Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
Tipo: Trabalho em Andamento
Português
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17.698074%
The popular uprisings commonly known as Arab Spring have been a challenge for analysts in the field of Political Science and International Politics. Whole populations rose against corrupt and authoritarian political elites which had controlled their lives for too long and eventually achieved their goals at least in Tunisia and Egypt, where the former rulers were removed from power. Some elements of these popular uprisings are striking: the resilience, determination, and peacefulness of the demonstrators; the virtual absence of a recognizable leader or of a defined political project; the gradual contagion effect from these two trendsetters to the whole Maghreb and Middle East; the role played by the media and individual tools of communications in the dissemination of the events; the non-direct interference of external actors on each of the uprisings, with the exception of Libya and Bahrain. The revolution in Libya seems to be somehow dissonant in the creation of a linear narrative around this Arab Spring, since an international military intervention was necessary to stop the slaughter of Libyan civilians at the hand of its own government, which was toppled consequently. But within the framework of international interventions mandated by the United Nations (UN)...

The Libyan Spring and NATO: an opportune responsibility

Mota, Sarah da
Fonte: Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra Publicador: Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
Tipo: Trabalho em Andamento
Português
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27.698074%
In the context of popular demonstrations and political upheavals of the Arab Spring, this paper addresses the 2011 intervention in Libya as a case for deepening the understanding of individual-centred security policies. Drawing on a conceptual and normative approach of R2P and NATO, it seeks to denaturalize the idea that Operation Unified Protector is a success in organizational terms, in order to uncover the underlying implications of “efficiency” in running an intervention based on R2P. It argues that there is a dissonance between the normative evolution towards ethics and military deeds which blurs the significance of responsibility. This results in a twisted sense of cosmopolitanism which primarily affects the referent object of security that has been dominant in contemporary interventionism, i.e., the unsecured civilian.; Texto da comunicação apresentada a 6th Graz Workshop on the Future of Security, Graz, Áustria, 10-11 de junho de 2013

"Responsabilidade de proteger" dos Estados e sua dimensão jurídico-normativa; The responsability to protect and its juridical-normative dimension

Ramos, Mariana dos Anjos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/11/2013 Português
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Inicialmente, esta dissertação apresenta o marco teórico conceitual em que se situa a sociedade internacional contemporânea, as fontes tradicionais do direito internacional expostas no art. 38 do Estatuto da Corte Internacional de Justiça, as possíveis novas fontes do direito internacional atos unilaterais de Estados, atos de organizações internacionais e Soft Law. É abordado em seguida o paradigma da soberania decorrente da modificação da sociedade internacional. Os fundamentos da Responsabilidade de Proteger (R2P) são levados a uma análise sob as diversas fontes do direito internacional. A R2P não se verifica como fonte autônoma do direito internacional nos princípios gerais de direitos, nas convenções internacionais e nos meios auxiliares da doutrina e da jurisprudência. Todavia, seu enquadramento é feito em duas teorias: branda e dinâmica. Em razão de seu caráter de formação de opinio juris e da prática reiterada, a teoria branda considera a R2P uma manifestação do costume internacional. Enquanto isso, a teoria dinâmica leva em consideração a evolução do direito internacional contemporâneo, que considera a Soft Law uma fonte autônoma, bem como as manifestações da R2P. Conclui-se, então, que a teoria da R2P está sedimentada nas fontes do direito internacional contemporâneo e clássico.; Firstly this thesis presents the conceptual framework in which lies the contemporary international society...

A responsabilidade de proteger e o Conselho de Segurança das Nações Unidas: uma análise dos argumentos apresentados no caso da intervenção humanitária na Líbia e o reflexo no caso sírio no período 2011-2012

Villena Del Carpio, David Fernando Santiago
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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18.224526%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito, Florianópolis, 2014.; O presente trabalho trata sobre os avanços realizados pela Organização das Nações Unidas (ONU) na sua tentativa de parar as violações aos direitos humanos sem ir contra a Carta de São Francisco. Auspiciada pelo governo canadense, a Comissão Internacional sobre Soberania e Intervenção Estatal (ICISS, na sigla em inglês) publicou em 2001 seu relatório intitulado "A Responsabilidade de Proteger" (R2P), dando origem à doutrina que estabelecerá os passos a seguir pela comunidade internacional quando seja necessário intervir com fins humanitários. A intervenção na Líbia constituiu a primeira vez que a R2P foi aplicada, gerando posicionamentos a favor e contra dita intervenção. Porém, o conflito sírio permite questionar sobre os interesses ocultos da intervenção na Líbia e como as discussões no Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) sobre o conflito sírio revelam a importância das alianças e dos interesses políticos em detrimento dos direitos humanos e o sofrimento da população síria. Ao final, conclui-se que a intervenção na Líbia gerou danos à R2P...

O direito à não devolução e o reconhecimento do non-refoulement como norma jus cogens

Silva, Joana de Angelis Galdino
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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18.147753%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito, 2015; O presente trabalho tem por propósito analisar a possibilidade de interpretação do princípio do non-refoulement como uma norma de caráter jus cogens. O objetivo aoabordar o princípio desta nova maneira é fortalecer a proibição da devolução de refugiados e solicitantes de refúgio a seu país de origem, pelo país no qual solicitam o refúgio ou já têm o status de refugiado reconhecido. Para isso há a análise da soberania estatal, por meio das teorias de segurança nacional e de Estados falidos, teorias utilizadas pelos Estados como justificativa para o fechamento de fronteiras. Também se verifica como a comunidade internacional se posiciona, de formas distintas, em relação a cada uma destas teorias. A tentativa de equilibrar os direitos humanos, e em especial o direito à não devolução (princípio do non-refoulement), com a soberania também é verificada com uma interpretação ampla da teoria da responsabilidade de proteger (R2P), para permear as duas teorias anteriores e justificar a intervenção de um Estado em outro. Ela traz uma vantagem em prol do direito internacional humanitário e dos direitos humanos...

Limites da proteção a civis em face de atrocidades em massa : o genocídio em Darfur à luz do discurso oficial do Conselho de Segurança das Nações Unidas

Peres, Luciana
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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18.284612%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Relações Internacionais, 2012.; A dissertação analisa o genocídio perpetrado na região de Darfur do ângulo da eficácia da resposta empreendida pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU). Argumenta-se que as respostas do CSNU ao genocídio cometido em Darfur foram ineficazes em termos do impacto no terreno, tendo como implicações: (i) a continuidade das violações e dos ataques massivos na região; (ii) a inefetividade, por parte do Conselho, em assegurar a proteção civil em face da ocorrência de atrocidades em massa, não sendo aplicado, de fato, o princípio da “responsabilidade de proteger” (R2P) em um caso nítido de demanda por sua aplicação. Discute-se, inicialmente, a proposta solidarista da Escola Inglesa das Relações Internacionais de legitimação das intervenções armadas por razões humanitárias, o conceito de default duties, e o princípio da R2P. Em seguida, apresenta-se o histórico do conflito, as respostas internacionais fora do âmbito do CSNU, e os alegados crimes internacionais cometido na região. Examinam-se, ato contínuo, as Resoluções do CSNU e os Relatórios do Secretário-Geral das Nações Unidas acerca do conflito em Darfur...

Responsabilidade de proteger

Capeletto, Giovanna de Marchi
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Monografia Graduação Formato: application/pdf
Português
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17.905618%
Resumo: É na tentativa de conciliar os conceitos de soberania estatal e proteção de direitos humanos, em face a situações de atrozes violações pelos Estados (seja por sua ação direta ou inação na seara protetiva), que a Comissão Internacional sobre Intervenção e Soberania Estatal (ICISS) lança seu relatório, denominado Responsabilidade de Proteger (R2P). Alterando a perspectiva da soberania, para vê-la sobre o prisma da responsabilidade e não mais da força, e passando o enfoque da não intervenção dos Estados para a proteção da população civil, a R2P reúne boa parcela de consenso em âmbito internacional, superando a ideia de intervenções humanitárias, tão controversas em si mesma. Este trabalho visa analisar a construção da R2P, sua aceitação pela ONU e seus países membros e suas evoluções posteriores. Será feita, ainda, breve análise dos casos da Líbia e da Síria, diante da ótica da R2P, e da nova posição brasileira sobre a Responsabilidade ao Proteger (RwP)

Responsabilidade de proteger : em busca dos seus fundamentos no direito internacional

Nowak, Bruna
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Monografia Graduação Formato: 111 p.; application/pdf
Português
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17.905618%
Orientador: Larissa Liz Odreski Ramina; Monografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Jurídicas, Curso de Graduação em Direito; Resumo: Diante dos tantos conflitos armados não-internacionais que se insurgem desde a década de 90, o Direito Internacional viu-se insuficiente para solucionar as crises humanitárias deles advindas. Como tentativa de reposta às massivas violações de direitos humanos que continuamente emergem no contexto dessas guerras, a primeira definição da "Responsabilidade de Proteger" (R2P) foi desenvolvida pela International Commission on Intervention and State Sovereignty, em 2001. Este conceito objetiva superar as insuficiências teóricas e práticas das intervenções humanitárias, estabelecendo uma relação entre a soberania estatal e a noção de responsabilidade para, assim, retirar o enfoque do direito/dever de intervir e transferi-lo à necessidade de proteção das populações. Desde o endossamento da R2P pela Organização das Nações Unidas, em 2005, esta foi invocada algumas vezes nas resoluções do Conselho de Segurança. Entretanto, as atuações da ONU e dos Estados-membros foram (e ainda são) alvos de duras críticas no que concerne à proteção dos civis durante conflitos armados. Nesta seara...

Emulsion Copolymerization of alpha-Olefins with Carbon Monoxide Using Water-Soluble Palladium(II) Complexes; Emulsionscopolymerisation von alpha-Olefinen und Kohlenmonoxid mit wasserlöslichen Palladium(II)-Komplexen

Sunjuk, Mahmoud Shaker Ahmed
Fonte: Universidade de Tubinga Publicador: Universidade de Tubinga
Tipo: Dissertação
Português
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18.372592%
The objective of this thesis was the development of stable dispersions for aqueous polyketone latices on the basis of the copolymers propene/undecenoic acid/CO, butene/undecenoic acid/CO, and propene/butene/undecenoic acid/CO. Therefore, attention has been focused on the design of new water-soluble palladium(II) catalysts for the production of stable polymer latices with (i) high solids contents, (ii) high molecular weights, (iii) particle sizes in the range between 50 and 500 nm, and (iv) glass transition temperatures with values below room temperature. In the first chapter of this thesis the synthesis and characterization of novel diphosphine ligands and their palladium(II) complexes is described. The diphosphines R2P(CH2)3PR2 [R = (CH2)nP(O)(OEt)2, n = 2-6, 8; (CH2)nOH, n = 6; (CH2)nNH2, n = 3] were obtained by heating P(OEt)3 with 1,3-dibromopropane according to a Michaelis-Arbuzov reaction, followed by reduction of the resulting diphosphate with LiAlH4 in diethyl ether to give H2P(CH2)3PH2. An excess of the corresponding olefin CH2=CH.(CH2)n.X (X = OH, n = 4; P(O)(OEt)2, n = 0-4, 6; NH2, n = 1) was photochemically hydrophosphinated with the diprimary phosphine H2P(CH2)3PH2 over night. This convenient synthesis is nearly quantitative and simplifies the purification of the products. Purification is achieved by removing excess alkene under reduced pressure. The alkenyl phosphonates CH2=CH.(CH2)n.P(O)(OEt)2 were obtained either from commercial suppliers (n = 0...

Justified Non-Intervention? International responsibility and grave humanitarian crises

PELTONEN, Hannes
Fonte: Instituto Universitário Europeu Publicador: Instituto Universitário Europeu
Tipo: Tese de Doutorado
Português
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17.905618%
The traditional debate concerning humanitarian intervention has changed since the publication of the Responsibility to Protect (R2P) report. This thesis addresses both the debate before the publication of the R2P report and the report itself by examining in-depth the international responsibility, which the international community shares in relation to such grave humanitarian crises as genocide. It is argued that the debate before the R2P report made implicit assumptions about international responsibility. Moreover, international collective responsibility is examined both at a conceptual level and at a practical level, thus contributing to the discussion after the publication of the R2P report. It is argued that especially the conceptualization of international responsibility is lacking in the report, and this thesis suggests a conceptualization of international collective responsibility, which is then modeled in the second half of this thesis. Furthermore, the responsibility model and its functioning are illustrated first with the help of a thought experiment and then by examining the Rwandan genocide in 1994 and some of the international responses to the tragedy. The responsibility model serves also as a tool for evaluating the international responses...

The International Community and Global Governance of Human Security

PELTONEN, Hannes
Fonte: Instituto Universitário Europeu Publicador: Instituto Universitário Europeu
Tipo: Trabalho em Andamento Formato: application/pdf; digital
Português
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This paper addresses the global governance of human security and particularly its provision across borders. It argues that the responsibility to protect (R2P) framework is part of global governance. Of special interest to this paper is the role the international community plays within the global governance of human security. The international community is assigned a collective responsibility to protect populations from genocide, war crimes, ethnic cleansing, and crimes against humanity that becomes activated when an individual state fails in its primary, individual responsibility to protect. Moreover, the international community is assigned an on-going preventative responsibility. In a sense the international community is a “governor” of sorts. Yet, the R2P framework is unclear in its conceptualization of the international community. Evidently within the R2P framework the international community is not a world government, a formal international organization, or necessarily synonymous with the society of states. Yet, existing alternative conceptualizations of “international community” are unhelpful. Hence the paper offers a novel suggestion: the international community as “potentiality.” The concept refers to the possibility of forming a configuration of actors and networks for the purposes of solving global governance issues. My proposal captures both how the international community is in flux and ad hoc...

The Choice to Protect. Rethinking Responsibility for Humanitarian Intervention

RAO, Neomi
Fonte: Instituto Universitário Europeu Publicador: Instituto Universitário Europeu
Tipo: Trabalho em Andamento Formato: application/pdf; digital
Português
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27.698074%
This Essay reexamines the responsibility to protect (“R2P”) from the perspective of states called to intervene—explaining the novelty of a third-party duty to help people in other states and the insufficiency of justifications offered for this moral responsibility. The Essay concludes that R2P will ultimately be defined by states contemplating intervention, in part because there are no agreed standards for responsibility and the doctrine has various triggering conditions that must be assessed by states, including the seriousness of the humanitarian crimes and the proportionality of any response. Moreover, domestic bureaucratic competition and conflict may make it difficult for a state to make a decision to intervene on primarily humanitarian grounds.

The responsibility to prevent : overcoming the challenges of atrocity prevention

Fonte: Instituto Universitário Europeu Publicador: Instituto Universitário Europeu
Tipo: Livro
Português
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17.905618%
Among the constitutive elements of the responsibility to protect (R2P), prevention has been deemed by many as the most important. Drawing on contributions from an international group of academics and practitioners, this book seeks to improve our knowledge of how to operationalize the responsibility to prevent genocide, crimes against humanity, war crimes, and ethnic cleansing. The central argument is that the responsibility to prevent should be conceptualized as crimes prevention. The first part of the volume develops a strategic framework, which includes identifying the appropriate scope and substance of R2Ps preventive dimension and distinguishing between systemic and targeted approaches. The second section examines some of the tools that can be used, and have been used, to prevent the escalation of dynamics towards the commission of atrocity crimes (tools such as sanctions, mediation, international criminal justice, and the use of military means), as well as the operational challenges that tend to obstruct global efforts to prevent such crimes. The third and final section draws lessons from actual cases of preventive action, both historical and recent, about the relative success of particular tools and approaches. As the first edited collection of its kind...

Nouveaux complexes pinces POCOP, NHCCOP, PIMCOP et PIMIOCOP, et complexes cyclométallés de Ni(II) : synthèse, caractérisation et réactivité.

Vabre, Boris
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
Português
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17.905618%
Cette thèse traite de la chimie des complexes pinces de Ni(II) ainsi que des complexes cyclométallés de Ni(II) comportant au moins un motif phosphinite. Elle se divise en trois parties. La première concerne la synthèse, la caractérisation, le mécanisme de formation et la réactivité des complexes pinces de Ni(II) à base de ligand de type POCOP 1,3-(i-Pr2PO)2C6H4. De nouveaux ligands de type R-(POCOP) = κP,κC,κP-{Rn-2,6-( R'2PO)2C6H4-n}; Rn = 4-OMe, 4-Me, 4-CO2Me, 3-OMe, 3- CO2Me, 3,5-t-Bu2 ; R' = i-Pr, t-Bu ont été synthétisés suite à l'addition de chlorophosphine ClPR'2 à une solution de résorcinol ou dérivés en présence de base. La synthèse des complexes R-(POCOP)Ni(Br) s'effectue à partir du ligand correspondant en présence de base, et de {NiBr2(NCiPr)}n. Ce nouveau précurseur de nickel est synthétisé à partir de brome de nickel métallique dans l'isobutyronitrile. Il est stable sous atmosphère inerte et sa solubilité dans les solvants polaires permet d'étudier les synthèses des complexes en milieu homogène. Le mécanisme de formation des complexes portant des ligand pinces (PCsp3P) 1,3-(i- Pr2PCH2CH2)2CH2, (POCsp3OP) 1,3-(i-Pr2POCH2)2CH2, (PCsp2P) 1,3-(i- Pr2PCH2)2C6H4, Rn-(POCsp2OP) 1,3-(i-Pr2PO)2C6H4-n via nickellation du lien C-H a été investigué avec une méthode de réaction de compétition. Cette étape a été déterminée comme étant de nature électrophile. Les complexes résultants ont été complètement caractérisés. Une corrélation a notamment été effectuée entre le déplacement chimique du Cipso en spectroscopie RMN 13C et le potentiel d'oxydation Eox en voltamétrie cyclique. Une nouvelle méthode de synthèse directe verte "one pot" a été mise en place. En faisant réagir à 75 °C un mélange hétérogène de II résorcinol...

Análisis constructivista del interés de Canadá en la promoción de la Doctrina de la Responsabilidad de Proteger (2001-2008)

Duarte Castro, Chrysalide
Fonte: Facultad de Relaciones Internacionales Publicador: Facultad de Relaciones Internacionales
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 21/09/2012 Português
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28.224526%
La intervención humanitaria ha sido, y sigue siendo, uno de los temas más importantes y debatido en la comunidad internacional. En la post Guerra Fría la preocupación con respecto a la intervención por razones humanitarias, sobre todo después del genocidio de Ruanda y los ataques contra de los civiles en Srebrenica y Kosovo, ha derivado en la configuración de la Doctrina de la R2P. Teniendo en cuenta que Canadá ha sido el líder en la promoción de esta doctrina, después del llamado del entonces Secretario General de las Naciones Unidas, Kofi Annan, con el fin de llegar a consensos internacionales para detener las violaciones masivas de los derechos humanos y el derecho internacional humanitario . El objetivo de este trabajo es analizar la incidencia que ha tenido la identidad internacional del Canadá en su interés de promover la Doctrina de la Responsabilidad de Proteger a través de su política exterior y de seguridad en el período 2001-2008. Esta investigación se estudiará a la luz de la teoría constructivista propuesta por Alexander Wendt. Se sostiene que que la identidad colectiva de Canadá como promotor de los DDHH, potencia media y buen ciudadano del mundo condujo a este país, durante el gobierno de Jean Chrétien...

R2P: From Idea to Norm - and Action?

Thakur, Ramesh; Weiss, Thomas
Fonte: Martinus Nijhoff Publishers Publicador: Martinus Nijhoff Publishers
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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27.905618%
The most dramatic normative development of our time�comparable to the Nuremberg trials and the 1948 Convention on Genocide in the immediate aftermath of World War II�relates to the 'responsibility to protect', the title of the 2001 report from the International Commission on Intervention and State Sovereignty. It no longer is necessary to finesse the tensions between sovereignty and human rights in the UN Charter; they can now be confronted because sovereignty no longer implies the license to kill. This essay outlines the origins of the R2P idea, describes the background factors in the 1990s that paved the way for the advancement of this norm by norm entrepreneurs, champions, and brokers. It continues with an account of the process by which the ICISS arrived at its landmark report, a description of the sustained engagement with the R2P agenda from 2001, when the ICISS report was published, to its adoption at the 2005 World Summit. The essay concludes with a sketch of the tasks and challenges that lie ahead to move R2P from a norm to a template for policy and action.

The Development and Evolution of R2P as International Policy

Thakur, Ramesh
Fonte: Wiley-Blackwell Publicador: Wiley-Blackwell
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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27.360815%
This article traces the arc of global public policy development by using the responsibility to protect (R2P) as a case study and the central role and place of the United Nations in that story. The arc has seven way-stations: policy setting (noninterventio

La responsabilidad de proteger

Badell Sánchez, Diego
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; Text Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em //2014 Português
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28.224526%
La controversia que emerge en torno a la R2P se inscribe en un cleavage presente a lo largo del tiempo (desde Hugo Grocio, a Bernard Kouchner pasando por Jean Henri Dunnant): Estados pluralistas (art. 2.7 de la Carta de NN.UU) y Estados solidaristas (art. 1.3 de la Carta de NN.UU). En el año 2001 emerge la R2P bajo liderazgo de Gareth Evans y de Mohamed Sahnoun en la comisión canadiense ICISS. Dicha norma busca conjugar los valores de pluralistas (intereses) y solidaristas (valores), y será aprobada durante de la Cumbre Mundial de NN.UU en 2005 sufriendo cambios dentro del debate pluralismo-solidarismo. Tras analizar el proceso de emergencia hacia la aceptación definitiva, también se aborda el debate normativo que ha surgido alrededor de la R2P. En él encontramos dos grande debates. El primero es el ideacional dónde encontramos la división entre Estados solidaristas y pluralistas, el segundo es el instrumental (ciclo de Finnermore y RWP). Finalmente, se analizan tres casos prácticos para poder determinar si dicha norma se encuentra internalizada en las estructuras burocráticas y sociales o no. La pauta que se lleva a cabo para su análisis se divide en tres puntos. El primero sobre causa justa se relaciona con el hecho de que se de alguno de los 4 crímenes de la R2P ; el segundo con la existencia o no de un mandato del Consejo de Seguridad de NNUU; y el tercero con la eficacia de la acción...

Living by example? the European Union and the implementation of the responsibility to protect (R2P)

De Franco, Chiara; Meyer, Christoph O.; Smith, Karen E.
Fonte: Wiley Publicador: Wiley
Tipo: Article; PeerReviewed Formato: application/pdf
Publicado em /09/2015 Português
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27.698074%
Most empirical contributions to the normative power Europe (NPE) debate concentrate on whether and when the EU promotes its core internal norms abroad. In contrast, we investigate how norms emerging from international fora come to be accepted and internalised by the EU in the first place. We examine the case of the emerging responsibility to protect norm (R2P) and argue that the EU’s implementation has been more limited and slower than one would expect from the NPE procedural ethics of ‘living by example’. We examine the potential reasons for this failure to ‘live by example’: the role of persuasion by norm entrepreneurs; the role of inducements and costs; the goodness of fit between R2P and existing EU norms; and the clarity of the norm. We find that the lack of goodness of fit and clarity of the norm are important factors, but argue that low levels of bureaucratic receptivity were the greatest obstacle.

Humanitarian intervention: from le droit d'ingérence to the responsibility to protect

Crossley, Noële
Fonte: London School of Economics and Political Science Thesis Publicador: London School of Economics and Political Science Thesis
Tipo: Thesis; NonPeerReviewed Formato: text
Publicado em //2015 Português
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18.147753%
The thesis addresses the question of whether the Responsibility to Protect (R2P) can be considered a consolidated norm in international society today. A consolidated norm in international society is defined here as a regularised pattern of behaviour that is widely accepted as appropriate within a given social context. The analysis is premised on the assumption that R2P could be regarded as a consolidated norm if it was applied consistently when genocide and other mass atrocities occur; and if international responses would routinely conform to core principles inherent in R2P: seeking government consent; multilateralism; prevention; and regionalism. Finnemore and Sikkink’s norm lifecycle model is used to determine the putative norm’s degree of consolidation. The analysis shows that R2P had fully emerged as a prospective norm by 2005. In-depth case studies of the international responses to crises in Darfur and Kenya serve to illuminate the findings. The author concludes that the Responsibility to Protect has not, as yet, fully consolidated as an international norm. The Responsibility to Protect has been remarkably successful at pervading the international discourse but has, as yet, been somewhat less successful at consistency in implementation in terms of adherence to its core principles as outlined above (the qualitative dimension of R2P); and it has been least successful...